Com uma fortuna avaliada em cerca de 60.000.000.000 de dólares, Warren Buffet é o legendário investidor que vive na modesta casa em Omaha comprada em 1958 por 31.500 dólares. Aos 86 anos conduz todas as manhãs para o seu escritório da Berkshire Hathaway, da qual é dono, e que é a quinta maior empresa pública doContinueContinue a ler “Becoming Warren Buffet”
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Sabedoria clássica do mercado
Os investidores no mercado de acções adoram falar de sabedoria popular e “regras que não vêm nos livros” e muitos deles seguem estas à risca. Para investidores inexperientes, por vezes estas regras parecem ser a solução mágica para ter algum tipo de vantagem no mercado e sentem-se tentados a colocá-las em prática. Mas existe algumaContinueContinue a ler “Sabedoria clássica do mercado”
Aula 19 – Indicadores Rentabilidade
Rentabilidade das Vendas e Prestação de Serviços (Volume de Negócios) Rentabilidade Vendas e Prestação Serviços = RLP / (Vendas+Prestação Serviços) RLP = Resultado Líquido do Período Este rácio indica a margem final obtida através das vendas e prestação de serviços. Os valores para este rácio serão tanto melhor quanto maior for o seu valor. QuandoContinueContinue a ler “Aula 19 – Indicadores Rentabilidade”
Aula 18 – Indicadores Liquidez
Os indicadores de liquidez visam analisar a capacidade que a empresa tem para honrar os compromissos financeiros no curto prazo. Quanto maior for o valor que apresentarem maior será a probabilidade de reembolsar o crédito obtido dos fornecedores e de outros credores a curto prazo. Por outras palavras, analisam em que medida a empresa estáContinueContinue a ler “Aula 18 – Indicadores Liquidez”
Aula 17 – GAO – Grau de Alavancagem Operacional
Mede o impacto de uma variação percentual nas quantidades produzidas e vendidas sobre a variação percentual nos resultados operacionais, isto é, exprime em que medida uma variação percentual nos resultados operacionais (RO) é motivada por uma variação percentual nas quantidades produzidas e vendidas. Em resumo, o GAO mede o risco dos negócios. Fórmula de cálculo:ContinueContinue a ler “Aula 17 – GAO – Grau de Alavancagem Operacional”
Aula 16 – REFM – Regra do Equilíbrio Financeiro Mínimo
Este indicador visa averiguar em que nível se encontra o financiamento ou cobertura dos Investimentos Financeiros de Médio e longo prazo, dos seus ativos Intangíveis e Intangíveis (activo não corrente), pelos capitais permanentes (Capitais Próprios e Passivo de Médio e Longo Prazo). O mais elementar princípio da estabilidade estrutural de uma qualquer empresa impõe queContinueContinue a ler “Aula 16 – REFM – Regra do Equilíbrio Financeiro Mínimo”
Aula 14 – Solvabilidade
Este rácio avalia a capacidade da empresa de liquidar as responsabilidades assumidas a médio, longo e curto prazos. Este indicador evidencia o grau de independência da empresa em relação aos credores, ou seja, quanto maior for o seu valor, maior são as garantias que os credores terão de receber o seu capital e maior seráContinueContinue a ler “Aula 14 – Solvabilidade”
Aula 13 – Autonomia Financeira
A autonomia financeira indica a parte das aplicações totais da empresa, nomeadamente aplicações em bens de investimento, aplicações financeiras, aplicações em inventários, crédito concedido a clientes, entre outros, que foi financiada por capitais detidos pela própria empresa, isto é, os chamados capitais próprios. Este conceito é extremamente útil na avaliação de risco financeiro de longoContinueContinue a ler “Aula 13 – Autonomia Financeira”
Aula 12 – Meios Libertos Líquidos
Os Meios Libertos permitem avaliar a capacidade da empresa em: – Assegurar a manutenção do capital – Remunerar os capitais investidos na empresa quer próprios (dividendos) quer alheios (custos financeiros) – Garantir as comparticipações a entregar ao Estado – Assegurar a amortização do capital alheio -Assegurar o crescimento da empresa Os Meios libertos são compostosContinueContinue a ler “Aula 12 – Meios Libertos Líquidos”
Aula 11 – Fundo Maneio Necessário
Quando uma empresa arranca não precisa só de financiar o ativo não corrente. Tem também que financiar a compra de matérias-primas para iniciar o ciclo de exploração e por isso tem que existir esse fundo de maneio. Por outras palavras, dos capitais permanentes tem que haver uma parcela suplementar (fundo de maneio) para financiar esseContinueContinue a ler “Aula 11 – Fundo Maneio Necessário”
